sábado, 16 de novembro de 2013

Boa tarde, tinha pensado em falar a tempos do assunto de Universidades cursos e procura e sua realidade e
m termos de mercado de trabalho e expectativas durante o curso.
Vendo os anexos :
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/saiba_quais_os_cursos_superiores_com_mais_e_menos_emprego.html
Bom em termos de procura temos muitos cursos que são verdadeiros flop:

será que o emprego está associado a àrea científica, a sua utilidade no dia-a-ia / exploração ou será associada a certas instituições de ensino em determinada área.


Um outro ponto a que eu quereria chegar era os estabelecimentos, de ensino não são medidos nem por melhores e piores em termos |absolutos|. Isto é a x é melhor que y pois o curso em x ter o último colocado com media superior a y.
    Este tipo de argumento é fraco e inconsistente, para já a qualidade em termos de notas em termos de alunos não só  se mede pela quantidade de um aluno numa amostra de n alunos( em que
Citação Resposta Original de questionante Ver Resposta
Pois, se calhar vai ser mesmo a minha escolha. Mas já ouvi dizer que na "faculdade E" aprendemos a linguagem A, B e C; enquanto que na "faculdade A" aprendemos "todas". E que na "faculdade E" usamos um programa X; na"faculdade A"  aprendemos a fazer esse programa X.

Alguém confirma?
Não. Na "faculdade E" utilizamos linguagens para aprender a programar nos primeiros anos. Depois em anos mais avançados podes ter que fazer projectos com varias linguagens (se calhar algumas nunca tinhas pegado nelas). Isso é totalmente falso

Citação Resposta Original de membro S Ver Resposta
Nenhum dos dois, vai para o "estabelicimento y"
Ficas com um curso bastante mais pratico e não tao teorico como esses dois.
Aprendes de tudo um pouco com um foco na programação claro principalmente c++ e java e suas variantes. O que mais me agrada é mesmo a componente pratica já que na maioria das cadeiras tens um computador à frente e podes testar tudo o que aprendeste em vez de te matares a ler calhamaços...

Não é por nada mas fomos o curso com maior media de entrada deste tipo dado o elevado grau de interesse (sim superamos a "faculdade E" !).

abc
Mentira total. Na "faculdade E" tens muitas cadeiras em frente ao computador, isso é um mito. Mas também temos algumas que não são, e isso na realidade dá-nos outras competencias que não sejam apenas programar. E depois superaram a "faculdade E"? Já viste as medias da ultima decada? Mas nem é isso, eu não vejo os cursos por medias. As medias apenas são um factor de preferencia dos alunos, não de qualidade. Mas quanto à qualidade, não tenho dúvidas que o curso da "faculdade E" supera o  "estabelicimento y" (nem que seja pelo factor universidade vs. politecnico). Pessoalmente não fui para informática para passar a vida a programar, e até quero "especializar-me" em algo tipo engenharia de software, ou computação movel, intelegencia artificial...ainda não sei, o futuro dirá

Citação Resposta Original de membro H Ver Resposta
"Só para que fique bem claro... não é só "em faculdade E" que aprendes a programar que aprendes a programar, é em todas!

E depois, uma coisa que me está a fazer confusão Ipanzinator, tu no curso não vais aprender só a programar. Isso é uma pequena parte por de resto também tens matemáticas com forrça, física, sistemas de informação, etc.

EU se fosse a ti não reduzia a minha escolha às linguagens que vais dar, até porque ninguém te vai ensinar todas. Ou melhor, não vais aprender todas em nenhuma faculdade porque isso é impossível.
Exactamente, muito bem dito. Eng. Informática tem algo para além de programar (e na minha opinião quanto maior for essa componente melhor, daí o que já disse anteriormente). Mas quanto às linguagens não me parece que estes cursos de top em Portugal ensinem a programar na linguagem X. Ensinam a programar utilizando uma ou outra linguagem, mas isso é necessário.

questionante, visto que és de"cidade x  "a minha opinião é que deverias escolher ou a"determinada faculdade E" ou "a faculdade B", mas isto é só uma opinião e respeito a opinião dos outros, mesmo que sejam diferentes.

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